"Não vou te pedir para ficar, não mais. A porta está ali, a mala encontra-se em cima da cama e eu não arredo o pé daqui, portando se algo te incomoda, mude-se. Mas vá de verdade e não volte nunca mais, nem para dizer um “oi”. Eu não sou dessas que insistem quando percebo que a causa já é perdida e a coisa mais preciosa que eu tinha, já lhe dei… Todo o meu amor, o meu coração e carinho. Te dei abrigo nos meus braços e abraços em dias chuvosos. Fui chata, cobrei, esperneei e dei chilique, mas como a minha mãe dizia: quem ama é assim mesmo, faz todas essas coisas insuportáveis porque sabe que no fim vai ser melhor. Mas se para você não é o suficiente, se acha que quem te ama é aquela que cede de primeira e te deixa à vontade para fazer o que bem entender, saia daqui e procure-a. Eu já mudei muito por nós, para que desse certo, porém a minha essência é essa mesmo… Eu sou durona, reclamona, brigona, faço uma zona. E essa é a minha forma de dizer que você é importante e por isso, me preocupo com você, independente de parecer chata ou não. Se você acredita que será feliz com a morena na sexta, a ruiva no sábado e o futebol no domingo, vá-se embora… Eu também não preciso de alguém que não me valorize. Não quero ver-te partir sem volta, mas se pensa que o amor é apenas dizer “eu te amo” e acatar com todas as burrices e infantilidades do indivíduo, a porta da rua é serventia da casa."
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Ninguém sabe reconhecer as verdadeiras provas de amor. (betraye-d)
indirect: